Infinitus
Na cauda da noite,
Viajo sem destino
Perco-me de ti
Esqueço-me de mim
E pairo no infinito.
Revejo as estrelas de perto,
Que familiares são!
De sonhos desperto
E encontro-as então
Nos teus olhos de clarão.
Estrelas, cometas,
Luas e planetas
De um Universo sem fim
Por lá vagueio
à espera de ti.
Tanta imensidão
tanta escuridão...
Meus olhos, cansados,
procuram-te
encontro a solidão
quando queria teus abraços.
Lá, bem alto,
No universo imenso
No vazio extenso,
Vagueio no infinito,
Sem rumo ou destino,
Procuro-te no brilho das estrelas,
no rasto de cometas
e nas rochas dos planetas.
Despeço-me delas.
De ti nada
E no escuro, só e abandonada.


2 Comments:
Que poema adorável.
O ultimo verso é que me deixa triste.
Um jinho na bochecha linda.
Assin: Arthe
menina de olhinhos verdes que olha para o céu e sonha com os pàssaros a voar
Menina, menina
tao pura no olhar,
que cheira as flores, que transborda de amores
que olha para as ondas do mar.
Nao chores, nao chores
se ele nao voltar
teu sorriso inocente e o teu coraçao tao crente a muitos e muitas fazem sonhar
Nao chores nao chores
quando o sonho fugir
quando alguém te mentir
a tua beleza
a tua certeza nos faz sorrir
Menina de olhinhos verdes
que olha para o céu e sonha em poder voar
menina de olhinhos verdes
que viaja bem longe e nos faz acreditar!!!
Nao é uma anedota mas espero que te faça sorrir!!!
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